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    <title>ADEPA</title>
    <link>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/</link>
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    <language>en-us</language>           
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    <category>Weblog</category>
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      <title>ADEPA</title>
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 <title>Comemorações dos 30 anos da ADEPA</title>
 <link>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=8</link>
<description><![CDATA[A ADEPA está de parabéns! Faz 30 anos no dia 08 de Julho de 2007. <br />
<br />
Para celebrar a ocasião vão ter lugar várias iniciativas, entre as primeiras, um jantar  marcado para Sexta-feira dia 06 de Julho no Restaurante Frei Bernardo, em Alcobaça, pelas 20 horas (preço: 16€), aberto a sócios e não-sócios. As marcações podem ser feitas para o Sr. António Rosa: 919 431 070.<br />
<br />
No jantar serão apresentadas outras iniciativas, nomeadamente as visitas guiadas (gratuitas), abertas à população em geral, e que terão lugar todos os Sábados e Domingos do mês de Julho e no primeiro fim-de-semana de Agosto. As marcações para as visitas podem ser efectuadas para o Eduardo Barrento: 919 282 078.<br />
As visitas estão limitadas a 25 pessoas. O local de encontro é na escola Adães Bermudes, sempre às 09 horas, onde decorrerá uma pequena exposição oral sobre a visita. O programa em detalhe:<br />
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<a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070703-Cartaz.jpg">null</a><br />
<br />
A ADEPA contou e agradece os seguintes apoios:<br />
Câmara Municipal de Alcobaça, O Alcoa, Rádio Cister, Região de Cister, Tinta Fresca e Voz de Alcobaça. <br />
<br />
Também no âmbito das comemorações foi criado um logótipo alusivo à data (que aparece no canto superior esquerdo do cartaz) pelo designer e membro da direcção Marco Correia. <br />
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]]></description>
 <category>Comemorações 30 anos</category>
<comments>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=8</comments>
 <pubDate>Tue, 3 Jul 2007 20:55:57 +0100</pubDate>
</item><item>
 <title>Mocho-pequeno-de-orelhas</title>
 <link>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=7</link>
<description><![CDATA[<a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070607-mochoPqOrelhas_9285.jpg">null</a><br />
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Otus scops é um pequeno mocho, com cerca de 20 cm de comprimento, visitante estival e nidificante do Sul da Europa. Este exemplar escolheu para nidificar uma árvore bem no centro da cidade de Alcobaça, perto da Câmara Municipal. <br />
Alimenta-se de insectos pelo que gosta de pousar nos postes de iluminação pública, onde os pequenos seres alados rodopiam às centenas. No Inverno, quando o alimento escasseia, migra para África subsariana. ]]></description>
 <category>Fauna da Região</category>
<comments>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=7</comments>
 <pubDate>Thu, 7 Jun 2007 19:39:51 +0100</pubDate>
</item><item>
 <title>A ADEPA presente Feira da Criança e do Ambiente</title>
 <link>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=6</link>
<description><![CDATA[<a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070601-_MG_9222.jpg">null</a><br />
<br />
A ADEPA está presente, entre 31 de Maio e 6 de Junho de 2007, na Feira da Criança e do Ambiente, com o stand "A Casa dos Animais" no Mercoalcoa, em Alcobaça. As crianças das escolas do concelho poderão conhecer um pouco melhor a fauna da nossa região, através de fotografias, animais embalsamados e desenhos para pintar. ]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=6</comments>
 <pubDate>Fri, 1 Jun 2007 23:03:12 +0100</pubDate>
</item><item>
 <title>Futuro Risonho?</title>
 <link>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=5</link>
<description><![CDATA[<a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070502-lontraFemeaE_Cria_6927.jpg">null</a><br />
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Ver uma lontra é algo raro. Ver duas é muitíssimo raro. Macho e fêmea só se juntam para acasalar. Mais "fácil" é ver uma fêmea com uma cria, como neste caso, em que ambas sobem a margem do rio Alcoa. <br />
<br />
Tive a felicidade de observar os dois mamíferos durante cerca de dois longos minutos. A fêmea farejava, marcava o território, entrava no rio rodopiando na água, para voltar logo a sair, sempre seguida e imitada pela jovem lontra. <br />
Em processo de aprendizagem, os dois animais não estranharam o foco que lhes apontava, ou os repetidos relâmpagos do flash. Só reagiram ao 15º disparo, quando se encontravam na margem oposta à minha, atravessaram o rio a nado e esconderam-se entre umas plantas aquáticas, a cerca de três metros do local onde me encontrava. Bufando como um gato assanhado, espreitavam por entre a vegetação. Preferi perder uma boa foto a assustar mais os animais. Calmamente, levantei acampamento e fui-me embora. Enquanto me afastava, dei por mim a sorrir, pensando que o futuro das lontras de Alcobaça parece estar assegurado... <br />
]]></description>
 <category>Fauna da Região</category>
<comments>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=5</comments>
 <pubDate>Wed, 2 May 2007 16:05:10 +0100</pubDate>
</item><item>
 <title>A Lontra</title>
 <link>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=4</link>
<description><![CDATA[<a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070426-lontra.jpg">null</a> <a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070426-lontraMorta.jpg">null</a><br />
<br />
A Lontra, Lutra lutra é um mamífero carnívoro, de hábitos nocturnos e que habita os cursos de água da região de Alcobaça, incluíndo os rios Alcoa e Baça. O que pouca gente sabe é que ela frequenta estes rios dentro da própria cidade!<br />
<br />
Como é um animal de hábitos nocturnos, passa o dia a dormir numa toca ou na margem, entre a vegetação ribeirinha. À noite sai para caçar e pescar. Alimenta-se de peixes (enguias, percas, lúcios, carpas e peixes em geral com menos de 25 cm.), anfíbios (sapos, rãs, relas, salamandras e tritões), aves aquáticas (galinhas-d'água, mergulhões), invertebrados (insectos, vermes e lagostins) e mamíferos (ratazanas e ratos-d'água).<br />
<br />
Geralmente é solitária, especialmente os machos. As fêmeas podem ser vistas com as crias desse ano. O período de gestação é de cerca de dois meses, e as ninhadas de uma a cinco crias, mais habitualmente duas ou três. O nascimento pode ocorrer em qualquer altura do ano. As crias são cegas até aos 35 dias de vida, e pesam pouco mais de um quilo aos dois meses de vida.<br />
<br />
Em cativeiro vivem mais de dez anos, mas em liberdade vivem em média três ou quatro anos. Entre as principais causas de morte estão a escassez de alimentos, atropelamentos, afogamento em armadilhas para lagostas e redes de pesca para a enguia, além da poluição, que parece estar relacionada com um forte declínio na população das lontras. <br />
<br />
Raramente vista em vida, a lontra é, por vezes, atropelada quando atravessa as vias de trânsito. Numa das visitas de Educação Ambiental e Patrimonial da ADEPA, os alunos poderam ver um destes belos animais que teria morrido naquela noite, provavelmente vítima de atropelamento.<br />
<br />
Um dos factores que mais contribui para a sua "invisibilidade", além de ser nocturna, é o modo como a lontra nada, com todo o corpo submerso, à excepção da ponta do focinho e dos olhos. As orelhas são curtas e pouco visíveis. Nada de forma suave e graciosa, ondulando a grossa cauda para um lado e para o outro, deixando uma onda na água em forma de U. <br />
<br />
O corpo e a cabeça medem entre 60 a 90 cm de comprimento e a cauda entre 35 a 45 cm. Pesa entre 6 a 17 kg. As patas têm membranas interdigitais, que auxiliam na natação.<br />
<br />
A lontra é um animal simpático e brincalhão. Quando não é incomodada pode ser vista durante o dia (muito cedo de manhã) ou ao fim da tarde, brincando na água.<br />
]]></description>
 <category>Fauna da Região</category>
<comments>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=4</comments>
 <pubDate>Thu, 26 Apr 2007 23:22:06 +0100</pubDate>
</item><item>
 <title>FICHA DA ANDORINHA-DAS-CHAMINÉS</title>
 <link>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=3</link>
<description><![CDATA[<a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070426-andorinha_chamines_5221.jpg">null</a> <a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070426-andorinha_chamines_9583.jpg">null</a><br />
<br />
A Andorinha-das-chaminés, Hirundo rustica, é uma pequena ave de corpo aerodinâmico, com um voo muito veloz, capaz de grandes acrobacias no ar para apanhar os insectos voadores de que se alimenta. Está muito associada aos ambientes rurais, embora também habite e procrie nas cidades. Todos conhecemos aquela afirmação de que as andorinhas anunciam a Primavera. Menos conhecido, embora também uma crença popular, é o dito que afirma que quando estas aves voam muito baixo, quase rente ao solo, não tardará a chover. De facto pode-se constatar que este facto não anda muito longe da verdade, talvez porque os insectos voadores pressintam a chuva e pousem.<br />
<br />
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS<br />
<br />
Mede entre 16 e 22 cm de comprimento e tem uma envergadura que ronda os 32 a 35 cm. Pesa cerca de 20 gramas. A parte superior do corpo é preta com reflexos azulados, a face e garganta são vermelhas e a parte inferior é creme (embora por vezes possa ser rosada) com as excepções do peito preto-azulado, das rémiges cinzentas e da cauda preta. Apresenta duas grandes guias caudais (maiores no macho do que na fêmea) e manchas brancas em cada lado da cauda bifurcada. As patas são pretas. O bico é preto, e é curto e fino, algo que nos indica o tipo de alimentação desta ave – insectívora. As asas são muito compridas, em relação ao tamanho do corpo, com um ângulo muito acentuado. Os juvenis distinguem-se dos adultos por não terem as guias caudais. É em geral gregária, mas na época de nidificação o par pode criar isoladamente ou em pequenas colónias. Podem ver-se grandes bandos na época da migração em fios de telefone ou em canaviais. <br />
<br />
ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO E FACTORES DE AMEAÇA<br />
<br />
Muito comum. O estatuto do Livro Vermelho das Aves de Portugal é de Pouco Preocupante.<br />
Entre as principais ameaças: a poluição, nomeadamente a causada por insecticidas. <br />
<br />
DISTRIBUIÇÃO, ABUNDÂNCIA E HABITAT<br />
<br />
A Andorinha-das-chaminés é uma visitente estival de quase toda a Europa, exceptuando a Islândia e o Norte da Escandinávia. Grandes migradoras, chegam de África anunciando a Primavera. Voltam sempre ao mesmo ninho.<br />
Habita jardins, campos, zonas de água doce e pântanos, normalmente associada ao homem, especialmente em aldeias e vilas, mas também aparece em cidades.<br />
<br />
ALIMENTAÇÃO<br />
<br />
O bico fino e estreito das andorinhas indica que a sua alimentação é do tipo insectívora. O seu corpo aerodinâmico permite-lhe que o seu voo seja muito veloz e acrobático perseguindo e apanhando insectos em pleno voo, que podem ser do tamanho de libélulas. Também bebe em voo, fazendo um voo rasante à superfície da água.<br />
<br />
REPRODUÇÃO<br />
<br />
O ninho é feito de lama e palha e é forrado com penas. Tem a forma de uma taça, e está normalmente associado a habitações humanas, nos beirais das casas ou no interior de celeiros e anexos, ou debaixo de pontes. Podem ocorrer duas ou três posturas entre Maio e Junho. A postura é de 4 ou5 ovos, brancos e sarapintados de vermelho. A incubação dura 14 a 16 dias, e geralmente só é efectuada pela fêmea. As crias nascem indefesas e penugentas. As jovens aves voam pela primeira vez ao fim de 17 a 24 dias. Na altura dos seus primeiros voos, as pequenas aves podem ser vista empoleiradas, lado a lado, em ramos ou canas, enquanto os progenitores as alimentam em voo, sem sequer pousarem.<br />
Grande migradora, a Andorinha-das-chaminés chega de África no Início da Primavera (por vezes antes disso) e parte no final do Verão.<br />
<br />
LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO<br />
<br />
O campo com edificações humanas, especialmente com águas paradas perto. ]]></description>
 <category>Fauna da Região</category>
<comments>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=3</comments>
 <pubDate>Thu, 26 Apr 2007 23:19:07 +0100</pubDate>
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 <title>A Rela-comum</title>
 <link>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=2</link>
<description><![CDATA[<a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070426-rela2.jpg">null</a> <a href="http://www.adepa-alcobaca.org/blog/media/1/20070426-rela1.jpg">null</a><br />
<br />
A Rela-comum, Hyla arborea, habita os canaviais, junto às linhas de água. É um animal de hábitos nocturnos. Por este facto, e devido à sua fantástica camuflagem, a rela raramente é vista, sendo muito mais fácil ouvir o seu canto, algo semelhante ao da rã comum, pelo menos para os menos experientes.<br />
<br />
É uma espécie de anuro, isto é, um anfíbio sem cauda. De pequeno tamanho, raramente ultrapassa os 50 mm. Dorso geralmente verde, podendo ser castanha, amarelada ou mesmo azul. Em cada flanco apresentam uma banda escura, com margem clara, que se estende da narina à base da pata posterior. O ventre é esbranquiçado ou amarelado. A sua coloração pode variar muito conforme a humidade e a temperatura. Os membros são compridos e apresentam 5 dedos nas patas posteriores e 4 nas anteriores. Os dedos terminam em discos adesivos o que lhes permite ter hábitos trepadores. Os olhos são salientes, a pupila horizontal elíptica com a íris dourada. O tímpano é pequeno mas bem visível. As fêmeas são geralmente maiores que os machos.<br />
<br />
Essencialmente nocturna, pode também ser vista de dia, junto à água, normalmente em canaviais, onde a sua cor a mimitiza na perfeição. Nas regiões mais frias pode hibernar. A reprodução ocorre na Primavera. Os machos chegam primeiro aos locis de reprodução e atraem as fêmeas através do seu canto. As fêmeas depositam até cerca de 1500 ovos. As larvas eclodem dois ou três dias depois, e desenvolvem-se durante cerca de dois ou três meses. Em liberdade, a rela-comum pode viver cerca de 10 anos.<br />
<br />
Quando adultas alimentam-se essencialmente de invertebrados como formigas, aranhas e moscas. Os girinos são herbívoros. Os seus principais predadores são as cobras-de-água, e aves como as garças, gaivotas, corujas e os peneireiros. As larvas são predadas sobretudo por aves aquáticas, como a galinha-de-água, e por insectos aquáticos carnívoros. <br />
<br />
Habita as zonas húmidas, charcos, lagos e cursos de água. Em Portugal aparece desde o nível do mar até cerca dos 1800 metros de altitude, na Serra da Estrela. Mas a sua distribuição é descontínua e está ausente do Algarve e do interior alentejano. Ocorre em toda a Europa, excepto na nas ilhas britânicas, países nórdicos e entre o Mar Negro e o Mar Cáspio. Os seus efectivos têm vindo a diminuir, devido, essencialmente, ao desaparecimento das zonas húmidas, assim como a contaminação das águas através, entre outros, de químicos agrícolas. O corte da vegetação ribeirinha também afecta as populações deste anfíbio.]]></description>
 <category>Fauna da Região</category>
<comments>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=2</comments>
 <pubDate>Thu, 26 Apr 2007 22:28:19 +0100</pubDate>
</item><item>
 <title>Bem Vindo ao Blogue da ADEPA</title>
 <link>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=1</link>
<description><![CDATA[Olá, bem vindo ao Blogue da ADEPA.<br />
Este é um espaço ao seu dispôr. quer seja sócio ou não, poderá comentar e dar a sua opinião.]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.adepa-alcobaca.org/blog/index.php?itemid=1</comments>
 <pubDate>Wed, 11 Apr 2007 21:31:47 +0100</pubDate>
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